segunda-feira, agosto 31, 2009

pensava que nada me surpreendia


Mas, afinal, confesso-me perplexa.
ou não ?
hahahahaha

que triste

o que mais angustia o Homem é sua própria ignorância

domingo, agosto 30, 2009

mito

Quando amanheceu já não era mais primavera
nada permanecia lá.
Quando amanheceu eu pude perceber a doce lembrança
cristalizava a fantasia
nada sobrava
a realidade

a essência de todos os sonhos.
quando amanheceu ...
de todos os sonhos
você foi...
de todas as lembranças
era você ainda que coexistia ...
de todas as passagens
sentia você...
no profundo desejo inconsciente
na imaturidade que através dos poros
aparecia,surpreendia
permeava agora a sombra do impossível
sera o desejo incontrolável
a obsessão do objeto
da pura fantasia?
aprisona , impulsiona
Deja Vu
a experiência
a magia
meu desejo de me conhecer.
agora crio e recrio
no amanhecer ...
e através das palavras
propriamente escritas
elaboro em cantos em contos
no intuito de me
reescrever
se é mito ou não, reescrevo através de mim, e não do outro
mas através das fantasias,
dos lapsos,
das lacunas,
da informação
eu aniquilo o niilismo intrinseco
fecho os olhos e não me vejo mais no outro.
ME ver no outro e admitir uma existência que não é minha ...quando atravesso pelo outro tenho que
admitir meu próprio dom de enfraquecer

Sylvia Palumbo Scrocco


sábado, agosto 29, 2009

attenta a chi la freccia

...importante in tutto in questa la vita
rsrsrs

ideal ou real

Sonhos e fantasias são parte da nossa existência e da nossa vida emocional.Algumas pessoas tem um mundo mais "ideal" do que "real". Para estes casos, há excelentes "válvulas de escape": pintura, teatro, escrever , música. Acho que é uma forma de dar vazão ao grande talento que têm as pessoas com grande capacidade de sonhar.

sexta-feira, agosto 21, 2009

:)

gosto de deixar meu coração me levar
em contos em cantos me reencontro
em cantos em cantos
me emociono na experiência
em contos em cantos relembro vidas passadas
marcas ...enigmas ..
em cantos em contos
consigo sentir o cheiro da minha terra
incrustado ,enraizado em minha alma
a certeza ....
em cantos em contos
lágrimas que caem ...coração que aperta ..
Na comunicação sutil entre planos ...
somente por ela :

Sylvia Palumbo Scrocco

segunda-feira, agosto 17, 2009

Felicità

A felicidade não está em fazer o que a gente quer e sim em querer o que a gente faz- Sartre

sexta-feira, agosto 14, 2009

as escolhas

no palco da vida
aprendo a viver
aprendo voar
aprendo sonhar
aprendo reagir
do meu desejo inconsciente

:)Syl

Apaixonada pela vida

quinta-feira, agosto 13, 2009

mágicos...lúcidos ...lúdicos ...

sonho que elabora
Sonhos...
sonho que me aproxima cada vez mais de mim mesma.
Sonhos...
sonho que sintetiza minha alma
Sonhos...
sonho que alucina meus pensamentos
Sonhos...
sonho que fascina minha vida
Sonhos...
sonho que Atrai
Sonhos
sonho que Cativa
Sonhos
sonho que Encanta
Sonhos
sutis ...sutis

Sylvia Palumbo scrocco

Una vita senza musica è come un corpo senz'anima

quarta-feira, agosto 12, 2009

tempos... felizes... tempos .

momento de puro recolhimento
cuidando bem de mim :)

segunda-feira, agosto 10, 2009

Se você sente solidão quando a sós,está em má companhia- Sartre

Tudo quanto penso, tudo quanto sou...

Tudo quanto penso, tudo quanto sou...
(Fernando Pessoa)

Tudo quanto penso,
Tudo quanto sou
É um deserto imenso
Onde nem eu estou.

Extensão parada
Sem nada a estar ali,
Areia peneirada
Vou dar-lhe a ferroada
Da vida que vivi.

Eu, etiqueta

Em minha calça está grudado um nome

Que não é meu de batismo ou de cartório

Um nome... estranho

Meu blusão traz lembrete de bebida

Que jamais pus na boca, nessa vida,

Em minha camiseta, a marca de cigarro

Que não fumo, até hoje não fumei.

Minhas meias falam de produtos

Que nunca experimentei

Mas são comunicados a meus pés.

Meu tênis é proclama colorido

De alguma coisa não provada

Por este provador de longa idade.

Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

Minha gravata e cinto e escova e pente,

Meu copo, minha xícara,

Minha toalha de banho e sabonete,

Meu isso, meu aquilo.

Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

São mensagens,

Letras falantes,

Gritos visuais,

Ordens de uso, abuso, reincidências.

Costume, hábito, premência,

Indispensabilidade,

E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

Escravo da matéria anunciada.

Estou, estou na moda.

É duro andar na moda, ainda que a moda

Seja negar minha identidade,

Trocá-lo por mil, açambarcando

Todas as marcas registradas,

Todos os logotipos do mercado.

Com que inocência demito-me de ser

Eu que antes era e me sabia

Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

Ser pensante sentinte e solitário

Com outros seres diversos e conscientes

De sua humana, invencível condição.

Agora sou anúncio

Ora vulgar ora bizarro.

Em língua nacional ou em qualquer língua

(Qualquer, principalmente.)

E nisto me comprazo, tiro glória

De minha anulação.

Não sou - vê lá - anúncio contratado.

Eu é que mimosamente pago

Para anunciar, para vender

Em bares festas praias pérgulas piscinas,

E bem à vista exibo esta etiqueta

Global no corpo que desiste

De ser veste e sandália de uma essência

Tão viva, independente,

Que moda ou suborno algum a compromete.

Onde terei jogado fora

meu gosto e capacidade de escolher,

Minhas idiossincrasias tão pessoais,

Tão minhas que no rosto se espelhavam

E cada gesto, cada olhar,

Cada vinco da roupa

Sou gravado de forma universal,

Saio da estamparia, não de casa,

Da vitrine me tiram, recolocam,

Objeto pulsante mas objeto

Que se oferece como signo de outros

Objetos estáticos, tarifados.

Por me ostentar assim, tão orgulhoso

De ser não eu, mar artigo industrial,

Peço que meu nome retifiquem.

Já não me convém o título de homem.

Meu nome noco é Coisa.

Eu sou a Coisa, coisamente.

(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, agosto 07, 2009

"Onde acaba a preguiça, onde começa a contemplação?" (Jean Doutard)

amar na medida certa ...

I veri αmici sono quelli che si scαmbiαno reciprocαmente
fiduciα, sogni e pensieri, virtù, gioie e dolori;
sempre liberi di sepαrαrsi,
senzα sepαrαrsi mαi.
*°*A. Bougeαrd

quarta-feira, agosto 05, 2009

Nuvens



Nuvens que sou eu
eu que modifico as formas
que desenha um novo sentido

eu que nuvens desenham uma forma
de viver nas nuvens que agora desenham minha face ...
meu eu
e nesse emaranhado
aprendo com as formas das nuvens
que modificam no vento.
no destino das nuvens me escondo
no destino das nuvens estou eu.

Nuvens que crescem

Nuvens que se apagam
Nuvens que se transformam
Nuvens que desenham
Nuvens que no movimento
Nuvens desejam
Nuvens que se fundem
Nuvem que me confundem
Nuvens que são ilusão
Nuvens que formam
Nuvens

Que as nuvens nos tragam um grande aprendizado sobre a existência e destino da vida
Com as nuvens trabalhamos a auto-entrega, a integração através de desenhos e formas
As nuvens vão se encontrando e no singelo toque mudando suas formas, como nós
quando conhecemos pessoas e situações
mudamos nossos desenhos internos, nossas formas para adaptarmos as novas experiências,É inevitável que as nuvens nos levem ,representando a vida. Os desenhos e formas das nuvens é uma grande ilusão para vivermos essa doce experiência, a vida...
no final somos uma nuvem só... A consciência individuada desaparece através de uma única forma, a forma da nuvem. O vento carrega as nuvens representando a experiência única, a nuvem mostra como a vida seria bela se entendêssemos sua sutileza, sua leveza, A Simplicidade.



:)Syl Palumbo Scrocco

Saber amar ...


:)Syl Palumbo Scrocco
"O mundo é uma ponte. Passe sobre ela. Não construa seu lar nela".

terça-feira, agosto 04, 2009

saborear :)













Acordar é saborear a vida
é meditar
absorvida pelo momento do despertar