terça-feira, abril 19, 2011

Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão.

Confúcio

"As coisas que se harmonizam em tom, vibram em
conjunto. As coisas que, entre si, têm afinidade em suas essências mais íntimas atraem-se mutuamente" Confúcio

vejo as paredes

e não consigo atravessa-las
Fecho os olhos e a escuridão
ainda faz parte desse momento
sem sentido
sem prazer ...
Se não soubermos esquecer, nunca estaremos livres de tristeza.

meu destino


Quando as nuvens se elevam nos céus, é sinal de chuva. Não há nada a fazer senão esperar que a chuva caia. O mesmo ocorre na vida quando o destino articula seus movimentos. Não se deve ceder a preocupações nem procurar moldar o destino com intervenções prematuras. Ao contrário, deve-se, com tranquilidade, fortificar o corpo, comendo e bebendo, e o espírito, através da alegria e do bom humor. O destino virá no seu tempo devido e então se estará preparado.

Seguir

Trilhar meu caminho com sinceridade traz esclarecimento.
Como poderia haver culpa nisso?
Seguir meu caminho e não olhar para trás
Como poderia haver culpa nisso?

Sozinha

Sozinha andando pelas ruas
me deparei com o vazio
ele estava dentro de mim
em várias formas
as vezes na forma de tempestade
para me tirar
as vezes na forma de calmaria
para me angustiar
ele estava dentro de mim
para destemperar
para tirar a verdade , o sentido e a razão
era eu mesma que não conseguia encontrar
um caminho para continuar ...
era eu mesma no vazio do tempo
no vazio sem espaço
no compasso
no desespero pela paz
pelo cansado momento de desapegar
da ilusão chamado amor
daquilo que nunca existiu
da fantasia que criei no mundo que inventei
e na imaginação
machuquei meu coração
lagrimas que não parecem ...
lavam meu rosto e saboreiam meus lábios
no intuito de me mostrar
que não a razão
não a sentido
para desesperar
apenas para finalizar
caminho totalmente desprovida de algo sensacional
aprisiono me na corda da vida
me debato incansavelmente no sentido de me machucar
perco a cabeça
perco os sentidos que me seguram no chão
não sei mais para onde ir
meu desejo é partir
não sei ainda o sentido de viver
de transparecer me
não acho o chão para alcançar meus sonhos
preciso de um alicerce que não encontro em mim mesma
ando solitária no único objetivo
de me encontrar

Tenho que aprender


Que garotas grandes não choram.. é hora de tocar minha vida,e esquecer pra sempre você

Deteste ver-me a mim mesma tornando-me um crustáceo aderido ao casco de um navio,recusando-me com todas as forças a soltá-lo

...meu amor por ele ,frequentemente rejeitado ,por vezes humilhado,não me esvazia, mas me preenche até a borda.É simultaneamente fonte de alegria e angustia...Mesmo em minhas lágrimas ,sinto o amor intensificando minha percepção de mim mesma e do mundo ao meu redor ,como se ambos estivessem sendo descobertos de novo.

É verdade que não me reconheço em meus momentos angustiantes de humilhação e repugnância por mim mesma. Ainda assim , é precisamente nesses momentos que tambem sinto a comoção de um misterioso encontro ,de me reconhecer muito bem.Essa criatura degradada humilhando-se em um amor que não existiu ,é quem sou nos mais profundos recessos de minha alma,próximos apenas do centro que esconde o sagrado mistério da alma.

sexta-feira, abril 08, 2011

o luto


Já tinha aquilo que todos procuram e que poucos encontram ...aquela pessoa no mundo que nasci para amar para sempre ...que se fez aquilo que é , um porto em que estou sempre em casa , e não há vento ...nem mesmo a morte é capaz de destruir esta fortaleza
que todos encontrem um amor e que através dele , sintam -se curados ....